Rui Serrano, Vice-Presidente da AIP e Presidente da NERSANT, defende, em artigos de opinião, mais apoios às empresas afetadas pela depressão Kristin

O membro da Direção da AIP e Presidente da NERSANT, Rui Serrano, publicou recentemente dois artigos de opinião no Observador, nos quais analisa o impacto da depressão Kristin no tecido empresarial e defende a adoção de medidas extraordinárias para apoiar as empresas afetadas.


No primeiro artigo, "Depois da tempestade, a urgência: reconstruir o tecido empresarial do Ribatejo", Rui Serrano alerta para as consequências da intempérie sobre milhares de micro e pequenas empresas da região, salientando que os prejuízos vão muito além dos danos materiais, afetando a produção, o emprego e a competitividade. O dirigente empresarial defende uma resposta rápida e articulada entre o Estado, as autarquias, as associações empresariais e as empresas, capaz de preservar o tecido produtivo e evitar a desertificação económica dos territórios mais afetados.


No segundo artigo, "Calamidade económica invisível: o que falta às empresas após a Kristin", Rui Serrano reconhece a importância dos instrumentos de apoio entretanto disponibilizados pelo Governo, mas considera que estes não são suficientes para responder à dimensão dos prejuízos sofridos por muitas empresas. Defende, por isso, a criação de apoios a fundo perdido de elevada intensidade para a reposição da capacidade produtiva, a reprogramação dos investimentos em curso e a aceleração dos pagamentos de incentivos e reembolsos, permitindo às empresas recuperar a sua atividade sem agravar a sua situação financeira.


Ao longo dos dois artigos, Rui Serrano sublinha igualmente o papel das associações empresariais como parceiras das empresas no terreno e interlocutoras junto dos decisores públicos, defendendo que a resposta à calamidade deve combinar medidas de emergência com uma estratégia de reforço da resiliência e da competitividade do tecido empresarial.


A AIP destaca o contributo de Rui Serrano para o debate público sobre uma matéria de elevada relevância para as empresas portuguesas, reforçando a necessidade de políticas que permitam uma recuperação rápida, eficaz e sustentável das atividades económicas afetadas por fenómenos climáticos extremos.


Leia os artigos de opinião no Observador: